Com uma taça de vinho na mão e palavras soltas é que sou contente.
(contente é uma palavra de que gosto muito)
E além do que, o que não sei enche livros, bibliotecas inteiras queimadas e carimbadas e canonizadas. Sei que na minha cabeça é só lama pegajosa e areia movediça e correntes de ar que vem não sei de qual janela.
Perdi meu taco, mas nunca soube mesmo jogar sinuca. O vinho, de novo, me deixa com aquelas borboletas e aquela vontade louca de porra, cumprir, realizar. Só que o problema que urge é que descentralizei. Estou borrada e turva, mas não menos eu, nunca menos eu. Isso é impossível.
E gosto de ser sozinha, mas estou sempre atrás daquele abraço. E a ideia de ser adulta me apraz, assim como a ideia de saber, saber, saber.
Deito felpuda e acordo agastada, friccionada e culpada.
Sempre em dúvida.
Eu também ando borrada. Não sei se é loucura ou sanidade.
ResponderExcluirVEM NI MIM, LUÍSA! hahah! bom te ver!